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Joinville confirma mais dois casos de Monkeypox

Foto: Secom Joinville

Ao todo, a cidade soma cinco casos, nenhum com agravamento do quadro clínico.

O quarto caso é de um homem, de 22 anos, morador da Zona Sul, e o quinto caso é de um homem, de 35 anos, morador da Zona Oeste. Ambos foram atendidos pela Rede Pública de Saúde, onde coletaram exames.

Atualmente, os dois pacientes seguem monitorados pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde de Joinville em estado estável, cumprindo isolamento domiciliar.

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Joinville confirma primeiro caso de Varíola do Macaco

Trata-se de um homem, de 29 anos, morador da Zona Norte, que teve contato com uma pessoa confirmada para a doença no estado de São Paulo há aproximadamente duas semanas.

O paciente contaminado recebeu atendimento em uma Unidade de Pronto-atendimento, onde coletou exames. Atualmente, segue monitorado pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde de Joinville em estado estável, cumprindo isolamento domiciliar.

Varíola do Macaco

A Varíola do Macaco é transmitida pelo vírus monkeypox e é considerada uma zoonose viral. Os sintomas são semelhantes aos da varíola, embora clinicamente menos graves.

Os principais sintomas incluem febre, linfonodos inchados, dores musculares e fraqueza profunda, acompanhados por bolhas (pústulas) que se manifestam de forma aguda e inexplicável.

Na maioria dos casos, o período de manifestação da doença é de 6 a 13 dias após o contato com alguém confirmado para a doença. A transmissão ocorre mediante contato físico próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados.

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Secretaria da Saúde confirma mais dois óbitos por dengue em Joinville

Desde o início deste ano, 18 pessoas perderam a vida em função de complicações ocasionadas pela dengue.

A confirmação foi feita após investigação epidemiológica de óbitos ocorrido nos dias 10 e 18 de junho. Tratam-se de uma mulher, de 62 anos, e de um homem, de 87 anos, ambos com histórico de comorbidades, moradores do bairro Boa Vista, que faleceram em hospitais da rede pública.

Denúncia de focos online

Com o objetivo de simplificar e desburocratizar o contato entre a comunidade e a equipe da Vigilância Ambiental, a Prefeitura de Joinville lançou a funcionalidade “Denunciar foco da dengue” no aplicativo Joinville Fácil.

Com esta ferramenta, os joinvilenses podem colaborar com a ação dos agentes de combates a endemias por meio da indicação dos pontos que sirvam de criadouro para o mosquito Aedes aegypti.

Evolução dos casos

Desde o início deste ano, Joinville confirmou 16 mil casos de dengue, além de ter identificado 10,5 mil focos do mosquito Aedes aegypti. Os bairros com mais casos confirmados são Costa e Silva, Iririú, Comasa, Jardim Iririú e Aventureiro.

No site joinville.sc.gov.br/dengue é possível acompanhar os dados atualizados da doença em Joinville, incluindo o detalhamento dos casos confirmados por idade e localização. Também é possível visualizar a localização dos focos do mosquito mapeados pela equipe da Vigilância Ambiental.

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Paciente internada no Hospital São José recebe visita da cachorrinha de estimação

Em mais uma iniciativa diferenciada, a equipe multidisciplinar que atende a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital viabilizou uma ação especial que alegrou e emocionou os profissionais, familiares e, principalmente, a paciente Marilene Brasil Martins, que recebeu a visita da sua cachorrinha de estimação, Melani, a “Mel”, como é chamada pela família.

Em 2021, a babá Marilene Martins, de 53 anos, ficou internada no São José entre os meses de maio e outubro para tratamento de Covid-19. No período, ficou dois meses na UTI, foi intubada, sofreu três paradas cardiorrespiratórias, mas se recuperou e voltou para casa. Porém, no último mês de junho, teve novas complicações, sofreu mais uma parada cardiorrespiratória e retornou para a UTI do São José, onde permanece internada.

Em conversa com a equipe, os familiares relataram que Marilene é muito apegada aos seus cachorrinhos e que estava sentindo falta dos pets. Foi aí que surgiu a ideia da surpresa especial, que ocorreu na sexta-feira, dia 8 de julho.

“Avaliamos que a paciente estava estável, com condições de ser deslocada a um ambiente externo da UTI. Então, conversamos com o médico responsável que fez a liberação. Também verificamos se o animal estava com a vacinação em dia, se era dócil e se era desejo da família trazê-lo para a visita”, relata a enfermeira Maria Rita Andrade de Lemos, coordenadora da UTI do Hospital São José.

O resultado da surpresa foi realmente o esperado: “Foi bem emocionante. Ela ficou muito feliz e, para a nossa equipe, foi gratificante”, relembra Maiara.

A satisfação também foi compartilhada pelo marido da paciente, o técnico de manutenção eletroeletrônica, Armando Tadeu Martins. “Os olhos dela brilharam! A Mel ficou um pouco assustada, mas depois ficaram juntas por quase meia hora, com muita alegria. Na última semana a Marilene estava um pouco triste, ansiosa, mas encontrar a Mel deixou ela mais animada”.

“Buscamos atender o ser humano em sua integralidade, olhando para as necessidades sociais, afetivas e familiares. Trabalhamos para melhorar a experiência da pessoa que está no ambiente hospitalar e para garantir sua melhor recuperação”, afirma Andrei Kolaceke, secretário da Saúde de Joinville.

Visitas de “pets” são regulamentadas

Em Santa Catarina, a Lei no 17.968/2020 permite o ingresso de animais domésticos e de estimação em todos os hospitais privados e públicos.

No entanto, a entrada dos pets deve seguir algumas regras estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tais como verificação da espécie do animal, autorização expressa emitida pelo médico que acompanha o paciente internado, laudo veterinário atestando boas condições de saúde do animal e carteira de vacinação atualizada, visível aparência de boas condições de higiene, equipamento de guia (no caso de caninos) e local adequado para receber a visita em ambiente interno ou externo.

De acordo com o médico intensivista do Hospital São José, Rodrigo Cordeiro, as condições clínicas do paciente também devem ser avaliadas.

“São selecionados pacientes com internação prolongada, sem instabilidade e não conectados a respiradores permanentemente, pacientes lúcidos e que podem ser deslocados com auxílio da equipe”, explica.

Para o médico, a visita do animal de estimação é uma das formas de promover a humanização dos cuidados, proporcionando ao paciente uma experiência diferente do dia a dia vivido no ambiente hospitalar.

“De forma empírica, observa-se a melhora do humor, mais ânimo e motivação que ajudam o paciente a seguir o tratamento e se recuperar”, afirma o médico.

Hospital São José preconiza ações de humanização

Na UTI do Hospital Municipal São José, o atendimento humanizado é praticado por toda a equipe multidisciplinar que envolve médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, fisioterapeuta, psicólogo e residentes multiprofissionais.

Entre as ações implementadas estão o protocolo de visita estendida, onde os familiares podem permanecer por mais tempo junto com o paciente internado, homenagem aos pacientes aniversariantes e colocação de fotos da família perto do leito do paciente.

“Sempre valorizamos e incentivamos iniciativas como essas, pois são fatores que também influenciam na qualidade da assistência prestada e no desfecho do tratamento”, conclui Kolaceke.

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Vereadores vão investigar reclamações contra Maternidade Darcy Vargas

Comissão Saúde

A Comissão de Saúde decidiu, em reunião extraordinária, nesta sexta-feira (8), fazer uma visita à Maternidade Darcy Vargas para investigar reclamações de demora no atendimento e problemas na internação das gestantes. A visita será na quarta-feira (13), às 10h. A sugestão foi do vereador Brandel Junior (Podemos).

Wilian Tonezi (Patriotas), presidente do colegiado, fez um pedido de informação à maternidade, questionando as mortes que aconteceram nos últimos 12 meses, o que também será apurado na inspeção.

Serão convidados para acompanhar os vereadores representantes do Ministério Público, da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso, e do Conselho Municipal de Saúde.

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Teto máximo para ligação das residências à rede de esgoto

Muitas famílias de baixa renda estão tendo dificuldade para pagar pelo serviço de ligação de suas casas à rede de esgoto. E, diante das queixas dos munícipes, o Vereador Brandel Junior (Podemos) sugeriu que a Águas de Joinville estudasse alternativa para ofertar este serviço para as 6 mil famílias cadastradas como tarifa social.

Ele apresentou um requerimento para a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos e, como membro, questionou esta medida tendo em vista que o custo para esta adequação é muito alto. “A realidade é ainda mais complicada na zona sul da cidade. A CAJ precisa dar um suporte para estas famílias”, argumenta Brandel.

Além disso, o vereador sugeriu um teto para os custos de ligação – que variam de R$ 2 a 10 mil – e que depende da estrutura de cada residência. “O que me preocupa é a pessoa de baixa renda ter que arcar com um valor que não tem. A cesta básica subiu 40% e a renda familiar não aumenta”, justifica.

Brandel ainda sugeriu que seja estudado em conjunto (vereadores e CAJ) alternativas para apoiar estas famílias. Uma nova reunião foi marcada para dia 10 de agosto com os membros da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos.

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Grupo de Trabalho propõe melhorias para o atendimento pediátrico de Joinville

Na manhã desta quarta-feira (18/5), foi realizada a primeira reunião do Grupo de Trabalho para o acompanhamento da situação dos atendimentos pediátricos em Joinville, serviço que apresentou um aumento significativo de procura nos últimos meses, sobrecarregando a rede de saúde.

Participaram da reunião gestores dos hospitais públicos e privados, além de vereadores, representantes de clínicas privadas, da Sociedade Joinvilense de Medicina, da Universidade da Região de Joinville, da Central de Regulação de Leitos e do Conselho Municipal de Saúde.

“Reunir estes profissionais que vivem a pediatria em diversos pontos de atendimento da cidade é uma iniciativa fundamental para que nós possamos compreender exatamente qual o cenário da pediatria e propor melhorias”, analisa o secretário da Saúde de Joinville, Jean Rodrigues da Silva.

Reunião do Grupo de Trabalho

No início da reunião, a equipe da Secretaria da Saúde detalhou os números do atendimento pediátrico na cidade, que registrou aumento acentuado nos últimos meses. Além disso, foram apresentados os dados de casos com notificações compulsórias realizadas para a Vigilância Epidemiológica, que não apresentou grande evolução quanto aos casos graves.

Na sequência, os representantes das unidades de atendimento públicas e privadas relataram os cenários em cada ponto de atendimento. Todos eles destacaram o crescimento pela procura, a maioria com casos que não configuram quadro de urgência e emergência.

Um ponto relevante apresentado pelas unidades de saúde com serviço de pronto-socorro foi a necessidade dos pais em obter atestado médico, uma vez que diversas unidades de educação não permitem que alunos com sintomas respiratórios compareçam às aulas.

“Após ouvir os profissionais que atuam nas frentes de atendimento, evidenciamos que o crescimento na busca pela assistência pediátrica é um desafio para toda a cidade e que exige uma solução conjunta”, explica Andrei Kolaceke, diretor executivo da Secretaria da Saúde, que ficou responsável por coordenar as atividades do Grupo de Trabalho.

Reforço na Rede Básica

Na reunião, a Prefeitura de Joinville destacou o incremento na contratação de médicos realizados nas Unidades Básicas de Saúde da Família, que receberam novos médicos de estratégia de saúde da família para solucionar o déficit existente por estes profissionais.

Convênio emergencial

Como medida efetiva de curto prazo, a Secretaria da Saúde informou que vai encaminhar para tramitação no Conselho Municipal de Saúde e na Câmara de Vereadores um convênio emergencial com a Instituição Bethesda para que seja possível contratar uma escala de plantão pediátrico 24 horas na UPA Sul.

“Esta é uma solução que vai colaborar de forma efetiva para ampliar a nossa capacidade de atendimento, sobretudo na demanda da região Sul. Vamos otimizar a parte burocrática para que possamos iniciar o atendimento o quanto antes”, afirma Andrei.

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CRAS têm programação voltada ao combate do abuso sexual de crianças e adolescentes

Em 18 de maio, ocorre o Dia Nacional do Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Os Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) da Prefeitura de Joinville contam com uma programação dedicada ao tema.

A equipe do CRAS Parque Guarani realizará, dia 18/5, na Fundação Padre Luiz Fachini (rua Solidariedade, bairro Itinga), uma roda de conversa com atividades lúdicas. Das 9h as 14h é para as crianças e das 10h às 15h para adolescentes.

Os servidores do CRAS Paranaguamirim, dia 18/5, às 11h, darão uma palestra para as crianças da Escola Municipal Professora Ada Sant’Anna da Silveira (rua Monsenhor Gercino, 6674, bairro Paranaguamirim). E dia 23/5, às 14h, na sede do CRAS (rua João Luiz de Miranda Coutinho, 845), ocorre uma atividade com dinâmicas de grupo e brincadeiras.

O CRAS Comasa (rua Maracujá, 620), dia 18/5, fará uma roda de conversa com usuários atendidos no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), das 9h às 14h. Também será distribuído um jogo educativo paras as famílias atendidas no CRAS.

Dia 19, às 9h, no CRAS Jardim Paraíso (rua Crater, s/n), ocorre atividade em grupo com as famílias dos usuários atendidos no SCFV. No Aventureiro, dia 20/5, os alunos da Escola Municipal Professora Isabel Silveira Machado (rua Dorothovio do Nascimento, 4723, bairro Vila Cubatão) terão contação de história e música. Às 8h15 é para o segundo ano e às 15h30 é para o terceiro ano.

E no Adhemar Garcia, dia 23, às 13h30, ocorrerá uma palestra na Escola Municipal Prefeito Luiz Gomes (rua Domingos Abílio Miranda, s/n, Adhemar Garcia).

Secretaria de Assistência Social realiza trabalho contínuo

Para a secretária de Assistência Social (SAS), Fabiana Cardozo, todos somos responsáveis e a omissão pode custar a vida de uma criança ou adolescente.

“A prevenção e o combate ao abuso e exploração sexual fazem parte da rotina de trabalho na SAS, tanto na proteção social básica, quanto especial. As denúncias podem ser feitas pelo Disque 100 ou pessoalmente nos Centros de Referência Especializado em Assistência Social (Creas). A maioria dos os casos que chega para a gente pelo Conselho Tutelar. As pessoas que têm acesso precisam observar o comportamento das crianças”.

Mensalmente, os Creas acompanham, em média, 250 crianças e adolescentes que foram vítimas de abuso ou exploração sexual, a maior parte ocorre dentro das famílias.

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Prefeitura instituiu Grupo de Trabalho para propor avanços ao atendimento pediátrico

Nesta quarta-feira (18/5), às 8h30, a Prefeitura de Joinville realiza uma reunião para oficializar a criação de um Grupo de Trabalho para discutir e propor avanços para a situação dos atendimentos pediátricos na cidade. O encontro será realizado na sede da Secretaria da Saúde de Joinville.

Foram convidados diretores técnicos e representantes de hospitais públicos e privados da cidade que atuam com atendimentos pediátricos, além dos representantes da Secretaria Municipal da Saúde e gestores de clínicas privadas de pediatria.

O objetivo do Grupo de Trabalho é traçar um panorama para o aumento da procura pelos atendimentos pediátricos em todas as unidades de atendimento das Redes Pública e Privada de Saúde, atuando em conjunto para encontrar soluções que minimizem os contratempos para a população.

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Saúde de Joinville orienta sobre sintomas e onde buscar atendimento em caso de dengue

Os sintomas mais comuns de dengue são febre, dor no corpo, dor nas articulações ou nas juntas, dor na cabeça ou no fundo dos olhos, e em alguns casos, vermelhão no corpo e coceira.

O médico infectologista da Rede Municipal de Saúde, Marcelo Mulazani, orienta sobre como agir ao perceber que pode ter sido infectado com a dengue.

“Principalmente não se automedicar, porque algumas medicações podem interferir na doença e fazer com que ela piore. Então, sempre que tiver sintomas, o paciente deve procurar auxílio médico que vai indicar qual o melhor tratamento. Antes da consulta e depois, fazer hidratação porque a dengue faz com que o paciente perca bastante líquido”.

Entre os medicamentos não indicados estão anti-inflamatórios como Aspirina, Ácido Acetilsalicílico, Nimesulida, Ibuprofeno, Cetoprofeno e Diclofenaco.

“Como eles são anti-inflamatórios, têm um mecanismo que acaba fazendo uma atuação dentro do vaso sanguíneo e isso pode facilitar que o líquido que está dentro da veia extravase, aumentando a chance de fazer sangramentos”, explica o médico.

Alguns sinais indicam uma piora no quadro de saúde e a necessidade de voltar ao médico. Por isso, os pacientes devem ficar atentos a sintomas como náuseas ou vômitos, dor abdominal, presença de tontura ou desmaio, algum tipo de sangramento, mesmo pequeno, no nariz ou na gengiva, além da diminuição do fluxo urinário e falta de ar. Em crianças, a irritabilidade e sonolência também devem ser observados.

“Um sintoma muito importante é a falta de ar. Dengue na fase inicial não tem sintoma respiratório. Quando o paciente tem falta de ar, significa uma evolução da doença. Outra coisa que é comum na forma mais grave é a tontura e até mesmo o desmaio. O sinal de alerta é quando você está sentado, levanta e fica tonto”, esclarece o médico.

Segundo o infectologista, a diferenciação entre gripe ou resfriado e dengue, na fase inicial, é justamente a ausência dos sintomas respiratórios. “Dengue não faz coriza, dengue não faz dor de garganta. Então se está com dor no corpo e febre e não tem sintoma respiratório, há possibilidade de dengue. Nas formas mais tardias, quando já tem um diagnóstico de dengue e começou o sintoma respiratório, pode ser uma piora de caso e merece avaliação médica, reforça o doutor Marcelo.

Onde buscar atendimento médico

A orientação é que ao apresentar dois ou mais dos sintomas de febre, dor no corpo, dor nos olhos, náusea/vômito, dor de cabeça, manchas vermelhas ou roxas no corpo, o paciente vá até uma Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF).

Se tiver dois ou mais dos sintomas relacionados e também vômito persistente ou dor no abdômen forte e contínua ou sangramento, procure as UPAs Sul e Leste ou o PA Norte.