Saúde

Saúde debate falta de servidores no Laboratório Municipal

A partir de requerimento do Vereador Brandel Junior (Podemos), representantes da Secretaria da Saúde, da Gestão de Pessoas do município e da coordenação do laboratório falaram sobre o déficit de funcionários na unidade e esclareceram como está o processo de contratação de servidores.

Vereador Brandel Junior relatou que propôs a reunião após receber reclamações dos servidores do Laboratório Municipal. O parlamentar contou que visitou o local e constatou a sobrecarga de trabalho dos funcionários. Conforme o vereador, os servidores “trabalham dobrado” por conta da saída de funcionários, por aposentadorias ou afastamentos, sendo alguns desses afastamentos para atendimento psicológico.

O secretário de Saúde do município, Andrei Kolacek, afirmou que três novos analistas clínicos bioquímicos já foram contratados. Eles também contou que outros dez profissionais, que atuam como técnicos de análises clínicas, estão em processo de contratação a partir de uma força-tarefa que o município está fazendo.

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Ainda sobre as contratações, o representante da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), Jonatas Alves, relatou que a agilidade na contratação depende também da rapidez da entrega dos documentos por parte dos funcionários. Porém, em muitos casos, o processo pode demorar mais de 20 dias, contou Jonatas. Ele ainda pontuou que as contratações para o laboratório não se tratam de ampliação do número de servidores municipais, e sim reposição de vagas que estavam abertas.

A coordenadora e responsável técnica do Laboratório Municipal, Ana Cláudia Frantz Schuch, confirmou que a deficiência de funcionários está afetando o tempo dos atendimentos da unidade, especialmente nos casos que dependem de exatidão de tempo para coleta em virtude de algum tipo de jejum do paciente.

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Parcerias descartadas

Na busca por eventuais soluções para o laboratório, o presidente da Comissão de Saúde, Wilian Tonezi (Patriota), levantou a possibilidade de possíveis parcerias do município para a realização dos exames em laboratórios privados. A possibilidade, no entanto, foi descartada por Andrei Kolacek.

De acordo com o secretário, a parcela dos joinvilenses atendida pela unidade representa entre 30% e 40% da população do município, quantidade que ele avalia que o setor privado não tem capacidade para atender.

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